Crypto Jr.
Ajudei a criar um ambiente de pesquisa e formação em blockchain. Como presidente, participei da decisão de abrir a seleção para pessoas de fora da UFSC.
O problema. A organização foi criada para treinar universitários com desafios reais, pesquisa e consultoria sobre blockchain. Na época, ainda era preciso explicar por que esse campo merecia espaço dentro da universidade.
A decisão. Como presidente, participei da mudança do regimento e da abertura do processo seletivo para todo o Brasil. Entraram cerca de 15 pessoas de fora da UFSC e a organização chegou a aproximadamente 56 participantes no pico.
O trabalho além da seleção. Também atuei em marketing, presidência, administração e finanças, organização informacional e advisory. Entre as iniciativas estavam onboarding nacional, grupos de pesquisa, formalização jurídica e parcerias para aproximar estudantes do mercado.
Construir uma organização não é só definir um organograma. É criar condições para que as pessoas aprendam, assumam responsabilidade e encontrem sucessores. Meu papel mudou várias vezes porque as necessidades também mudaram.